Acredito em Deus e acredito que todos temos uma oportunidade de nos sentarmos à "direita do Pai" se assim o desejarmos.
Porém é óbvio que corro, não fico à "espera da virgem". Jamais acreditarei que portas se abram ou que sonhos me caiam aos pés porque sou crente, porque Deus é meu amigo. É preciso ir à luta.
No entanto nunca me sinto sozinha, sei que por onde vá tenho um Amigo, ali, que me ajuda e apoia. É onde arranjo força.
Mas, bem, não é no tema Deus que me quero debruçar agora, mas sim na expressão "ir à luta".
Há dois tipos de lutadores: os sem medo e os corajosos.
Não ter medo é diferente de ter coragem, mas há algo em comum: a oportunidade de petiscar o que alcançam quando arriscam.
Quem tem coragem atreve-se mas sempre consciente. Garantem a estabilidade que lhes dá força. Pronunciam, por exemplo, a mítica frase "eu vou e faço na condição de nunca te perder". Lutam por sonhos que não condenem outros.
Quem pertence à categoria "sem medo" dedica a vida às oportunidades que surgem sem receio de que algo corra menos bem. Simplesmente arriscam. Se correr mal, correu, se não, melhor.
Apesar de ver os "sem medo" como uma inspiração, prefiro a primeira categoria, sinto que seja mais orientada.
É verdade, a vida dá voltas e a segurança de que essas voltas sejam construtivas é uma rede que poucos têm a sorte de possuir. Eu já tenho a minha que me segura e valoriza.
É com eles e por eles que luto.
É tão bom manter postura e ter a certeza que não caminho sozinha.
Boa semana!
Belly Kisses! :)
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