... e não nos pode guiar é o medo.
Este é e será um caminho cruel e ingrato que feitios cobardes não tão destemidos se conformam em seguir. Admito, já fiz parte dessa excursão.
E tu? Já fizeste?
E tu? Já fizeste?
Porque nem todos os dias são magníficos mas que podem ser honestos, estas vão ser linhas desse género.
Há decisões que queiramos ou não "arrastam" pessoas com ela. Admiti-las aos olhos que mais estimamos não é fácil, dir-vos-ia até que é impossível. E é assim que as encobrimos no medo.
Justificamo-nos a nós própríos, enganamo-nos com palavras ("se contar alguém se vai magoar", "se for honesta isto ou aquilo irá abaixo").
Se a verdade destruir, deixa que o faça. A convicção de que somos melhores pessoas todos os dias é a única que é obrigada a manter-se forte e hirta. E é preciso deixar que as decisões do quotidiano também o sejam, porque apesar de sermos conscientes para perceber que pode correr mal, vamos ser também corajosos para as assumir.
És uma palavra tão pequena num dicionário tão vasto, mas com um significado infinito.
Já chega.
Belly Kisses!
Justificamo-nos a nós própríos, enganamo-nos com palavras ("se contar alguém se vai magoar", "se for honesta isto ou aquilo irá abaixo").
Se a verdade destruir, deixa que o faça. A convicção de que somos melhores pessoas todos os dias é a única que é obrigada a manter-se forte e hirta. E é preciso deixar que as decisões do quotidiano também o sejam, porque apesar de sermos conscientes para perceber que pode correr mal, vamos ser também corajosos para as assumir.
És uma palavra tão pequena num dicionário tão vasto, mas com um significado infinito.
Já chega.
Belly Kisses!







