terça-feira, 30 de dezembro de 2014

O Balanço

2014 foi um ano do caraças.
2014 jamais passará despercebido.
Foi acima de tudo um ano sentido.
Nada aconteceu "só porque sim" ou de forma despercebida.
Foi o ano das decisões tomadas e da força de vontade.
"A vida são dois dias e ninguém pára o nosso tempo"

A majestosa entrada em 2014

Troquei de curso

Perdi um avô

Fui morar com Ele

A festa de aniversário

O Verão

Criei este cantinho


"O caminho faz-se caminhando" e o meu está encaminhado
Farei com que os próximos 365 dias que se avizinham sejam tão ou mais marcantes e emocionantes

Belly Kisses!
Tudo de bom e um Ótimo 2015 para todos!

sábado, 27 de dezembro de 2014

Este Natal

Este Natal foi tão bom (ainda está a ser) que não deve ter sido real. Cá para mim isto foi tudo um sonho e quando abrir os olhos ainda é dia 23 e está instalado o festival caseiro.
Devagar-devagarinho-pé ante pé tudo se compôs.
Foi o primeiro Natal da família ainda em formação.
Um enorme beijo de saudade à Maravilhosa Dulce e ao Senhor Zé. Estão longe, mas tão perto ao mesmo tempo.
Um sincero Agradecimento e um Beijo Enorme à minha Mãe. Esta felicidade tão vincada só foi possível graças a Ela: à Sua paciência, confiança e Amor que fez sentir nestes dias.
Obrigada Mãe.


A Super Mega Prenda!





domingo, 21 de dezembro de 2014

Mulheres deste Mundo #2

Hoje quero falar sobre a Mulher que se apresenta de carne e osso, como toda a gente, mas que na realidade é diferente de todos: ela é uma super heroína.
Ela não sabe mas é ela quem me motiva quando a vontade de trabalhar é tanta quanto a de jardinar um terreno no Sahara. É ela quem me faz pensar "Então Belly, mas és um rato ou uma Mulher, hm?" quando sinto que o sofá é um paraíso repleto de paz e a preguiça é lei.
O nome dela é Jéssica Lopes e ela sim é A Mulher.
A Jéssica é uma lutadora, cheia de força e vontade de trabalhar. Abre às sete horas da manhã um café. Às quinze horas abre um bar que mantém aberto até às três horas da manhã. Tem "folga" às terças e quartas-feiras. Sabem o motivo das aspas? Pois, a Jéssica não é como o comum mortal, ela nos dias de "folga" trabalha ainda num outro restaurante.
Se não bastasse, faz isto tudo com um sorriso constante de orelha a orelha, com uma paciência e sentido de humor, que, repito, não são possíveis para este mundo.
A Jéssica tem a capacidade de iluminar uma sala.
Quem tem a sorte de se cruzar com a Jéssica ao longo da vida sabe a falta que esta Mulher faz se não está presente.
Eu disse-vos, ela não pode ser de carne e osso, ela é mesmo uma heroína e eu Amo-a tanto assim.
É um prazer acompanhar-te Jéssica.


O mundo é Teu.

Belly Kisses! :)

A Condução

Sempre me considerei um perigo na estrada.
Não daqueles perigos que falam ao telemóvel enquanto maquilham com a mão direita o olho esquerdo e conduzem com os joelhos. Não. Sou mais aquele tipo de perigo que atravessa o carro em vez de o estacionar, que faz tangentes tão tangentes que tenho a certeza que o-meu-pai-sente-a-pressão-a-km-de-distância.
Então, quando o meu irmão me intercala com a seguinte frase "vou ter exame dia x, vens conduzir comigo?" não consegui conter a exclamação "Isso é que é confiar em mim! Que bom!".
Mas este "entusiasmo" suporta duas emoções bastante distintas: tanto senti tremer um olho tal a nervoseira onde "Hahaha, isso é que é confiar em mim..." se traduz em merda, vamos todos morrer como ao mesmo tempo uma pequena lágrima se formou e "oooooh, isso é que é confiar em mim..." se traduz em parece que afinal três anos de condução onde quase nos ia matando aos dois porque não vi que a estrada terminava num precipício, travei em cima de uma rotunda a milímetros de um carro, etc.. fez com que o meu querido irmão confiasse em mim. Ótimo.
Vamos lá os dois que é dos fortes que reza a lenda.
E não é que correu tão bem?
Parece que foi ontem que o meu pai se agarrava aos bancos todo vermelho e gritava dizia "Larga a embraiagem devagar!!!" comigo ao lado, nervosa, a chorar dizer baixinho "Eu não consigo, vou reprovar..." ou não parava num stop e depois de fazer a asneira, com tom envergonhado e mentiroso justificativo dizia "Ah, era um stop? Pareceu-me outro sinal.". Estas situações fazem-me dar todo o valor a quem está a aprender a conduzir, faz com que a minha paciência "seja de Job",porque comigo, essa, foi preciso ser redobrada.
Força mano!

Belly Kisses!
Bom fim de semana!

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

O Mestre André

É verdade, eu tenho um Mestre André e gosto muito de ir à loja dele. Mas em vez de comprar por lá uns pifarinhos ou pianinhos venho de barriga cheia com outras coisas mais bonitas como miminhos e beijinhos.
Ele conseguiu.
Ele já é o Mestre em Engenharia Eletrónica e Telecomunicações André Valente (que atributo mais comprido, é mesmo proporcional ao orgulho que tenho em Ti).
Mas isto não foram tudo rosas, não pensem. Eu vi o meu Mestre desabafar com força bruta em paredes, ouvi-O dizer que não ia conseguir, que as palavras não Lhe iam sair. Em horas infernais vi o Mestre indefeso e eu sem poder fazer nada. Horrível.
Mas, como se diz na minha terra, "bola para a frente que atrás vem gente!": na manhã a seguir, a meia hora de começar a apresentação da tese sentámo-nos a um balcão e provámos o ar da graça que o vinho nos dá. Ele soltou uma expressão mais confortável, o medo deu lugar à confiança e lá fomos para a luta final.
"Durante a apresentação não faças caras de preocupada, sff" - Este foi o pedido Dele. Aceitei-o como se fosse missão o que fez com que passasse a apresentação toda com cara de parva alegre a mandar-lhe beijinhos quando ele trocava olhares comigo. Muito engraçado.
O André é um poço de inspiração e orgulho.
É meu e por isso sou suspeita quando falo, mas a verdade é que Ele dá coragem a muito boa gente para não desistir do que quer que seja. Aliás, Ele já aboliu essa palavra do léxico próprio, tenho a certeza.
Parabéns Amor por teres terminado um capítulo da Tua vida com tanta distinção.
Muito boa sorte a nós que estamos agora a escrever um novo, a dois.










Claro que a bela da surpresa não podia faltar!
Obrigada a todos, tudo de bom! :)

Belly Kisses!
Boa sexta-feira! :)

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Se isto fosse um blog de fitness #2

Meti na cabeça que queria experimentar o tão popular Crossfit.
Organizei o meu dia conforme o horário da aula e lá fui eu convencida que aqueles elogios todos teriam de ter algum fundo de verídico, que este modo de treino teria de ser definitivamente dos melhores. Pois, afinal não. Afinal é só bonito porque está de moda.
Primeiro: Mas porque raio é que pesos de 5kg têm aspeto de pesar uma tonelada?! Será para show off? Pois, também me parece que sim.
Segundo: 40kg em agachamento... Pff! Não é fácil, mas também não preciso cá de mãos marotas segundos apoios a ajudar o movimento.
Terceiro: Mas será que aquela gente não se preocupa com o futuro? Com possíveis lesões a serem sentidas quando a idade marcar presença? Aquilo é que foi baloiçar pesos como se não houvesse amanhã. Aposto que a vozinha na cabeça daqueles atletas era mais ou menos assim "Aaaah, quero é fazer as 21 repetições, cá as costas. Essas aguentam". Então... Mas?! Hm?! Oi?! O objetivo do treino não era levantar pesos? Sentir carga e pressão?
E por último e talvez mais descabido, mas-que-me-faz-alguma-confusão-então-vou-também-referir é o seguinte:
Mas porque é que há uniformes para assistir à aula? Então o objetivo de treinar não é cheirarmos mal que nem uns cavalos, acabarmos os exercicios a pedir ao menino Jesus umas novas pernas, uns braços, quiçá um pulmão? E depois, claro, com tanta exibição de vestuário vem a fatídica amiga "ação da gravidade". Anda demasiada pele exposta... E quando falo pele é mesmo pele, porque ali os únicos músculos existentes eram os de um professor.

É verdade, talvez estas sejam linhas demasiado incisivas, mas são fruto de afirmações estúpidas que alguém proferiu em relação à minha pessoa. Frases do género:
- Ah, que engraçado, estás a fazer o exercício com uma bola de 4kg, mas que em ti parece tão pesada.
Oi? Não parece pesada, é pesada... Porque eu gosto e quero realizar bem o exercício. Ninguém gosta de levar com uma bola de 8kg/10kg na cara. Ou... Gostam?
E depois por que raio é que a pessoa que proferiu tamanha parvoíce começou a trepar as paredes do ginásio? 

"Vamos mas é treinar" - Maravilhosa resposta que ouvi quando perguntaram a uma Mulher que fazia musculação se queria assistir a uma aula de condição física.

Mulheres deste Mundo #1

Eu adoro Mulheres.
Adoro ser Mulher.
Acho-nos seres complexos, detalhados. Tanto que o somos que os homens não nos percebem.
Mas nós percebemo-nos umas às outras, é o que importa.
Tenho várias Mulheres como modelos a seguir. São exemplos de postura, determinação e modo de estar na vida.
Umas fazem parte do meu quotidiano outras têm um perfil, talvez, mais "irreal". Como por exemplo a fantástica da Scarlett Johansson.
Tropecei, enquanto cibernauta, num artigo do jornal "Observador". Relatava uma entrevista que esta maravilhosa atriz deu à revista People. Li tudo de uma ponta à outra e houve uma frase que de facto me marcou "Deve existir um mundo em que eu consiga equilibrar estas coisas, ser capaz de criar uma família e continuar a fazer um filme por ano, ou trabalhar por conta própria (...). Eu quero ser capaz de tudo".
Ser capaz de tudo
É uma frase determinada que vou deixar que me conduza o resto dos dias e dê força à vontade de alcançar o tão desejado sucesso.


160cm de Perfeição esta Mulher


Belly Kisses!

domingo, 14 de dezembro de 2014

"O Lado Lunar"

Ele faz uma analogia concisa: compara as estações do ano ao estado emocional da Mulher.
Hoje atravessei-as a todas.
Atravessei o Verão: esta é a melhor estação. Ando despida de preocupações, tudo está bem, há calor no coração e Ele é o melhor homem, uma benção.
A Primavera e o Outono são ambíguos, é o chamado "tanto se me dá como se me deu". A primeira tomba mais para o positivo - mesmo que Ele faça algo mal encolhem-se os ombros e digo para mim mesma "com aquela cara até pode deixar o tampo da sanita para cima as vezes que quiser". O Outono, também sem grandes dramas, não dá valor a coisas que não o têm mas já faz com que se levante o sobrolho e rosne comente algo com indignação. De uma forma geral, atravessam-se bem.
Agora, em último lugar, vem o Inverno. Deixei-o para último por uma razão óbvia: é a estação mais exageradamente merdosa exigente.
Nesta fase dou vida à expressão "se não tens algo bom para dizer não digas nada".
Então, fico calada, a roer-me toda por dentro. Ele sente ao longe, semicerra os olhos, sabe que caminha agora em terreno pantanoso. Mas não vale a pena. Em minutos (que parecem durar horas) tudo está mal - Ele faz coisas mal (buuáááá, baba e ranho), Ele é isto e aquilo (buuááá, mais baba), Ele não me compreende, ninguém me compreende (buuuáááá).
E, de repente, passou. Lá vem o tão adorado Verão outra vez.
Ando novamente feliz da vida a cantar e dançar por casa.
Eu não sei como é que sobrevivo a estas tempestades emocionais.
Ou Ele, também não percebo muito bem como é que Ele sobrevive.
Também Te Amo.

Num Verão andava a trautear esta letra.
E é de fato veridica, Rui Veloso tem mesmo razão nas palavras que canta:

"Toda a alma tem uma face negra

Nem eu nem tu fugimos à regra

Tiremos à expressão todo o dramatismo

Por ser para ti eu uso um eufemismo
Chamemos-lhe apenas o lado lunar"

Belly Kisses!
Votos de um bom domingo! :)


Mudar

Como já contei em linhas de posts anteriores, eu mudei de curso.
Mudar.
Mudar não é fácil.
Se fosse todos o fariam.
Alterar o nosso caminho é ter coragem de fazer um compromisso connosco próprios, é assusmir que falhámos numa escolha anterior mas que já nos superámos.
Não é fácil conseguirmos vencer o que a sociedade acha que está planeado para nós.
Mas acredito que ninguém quer viver a vida destinada a outros.
Não é fácil ignorar olhares reprovadores.
Muito mais difícil é ignorar a reprovação de alguém que nos é próximo, que diz ter vergonha dos nossos feitos e afirma "A pessoa x ficou chocada com a tua decisão".
A questão é que no fundo todos sabemos a resposta:


És tu quem tem o poder de (te) alterar, de fazer nascer a oportunidade perfeita e finalmente seguir o te motiva.
Não suicidem o vosso espírito.

sábado, 13 de dezembro de 2014

Da Vontade de Viver

Nem todos os dias são bons.
Ou, melhor, não o são à partida.
A boa notícia é que podemos tirar sempre o melhor partido deles.
Haverá, a qualquer momento, uma fração de tempo que nos permita sorrir, rir, valorizar algo.
Ontem o dia não foi dos mais fáceis, mas foi dos melhores.
Ver um pai numa cama de hospital não é de certeza um bom panorama, mas em paradoxo pode-nos oferecer sensações de paz e inspiração.
Naquele quarto tivemos oportunidade de dizer que nunca vamos caminhar sozinhos, que iremos estar sempre presentes um para o outro. Ouvimos histórias de vida que inspiram e ainda houve lugar para brincadeiras.
Foi um dia bom porque tudo acabou bem, porque tudo está bem e a tua força conforta.



Nunca me vou cansar de ver esta foto.
Um riso que significa tanto.
Um riso que motiva e nos dá a certeza que mesmo que a situação não seja tão boa, haverá sempre uma razão para Sorrir.

Belly Kisses!
Bom fim de semana! :)

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Já Estou no Comboio

São seis e meia da manhã.
O comboio partia às seis e vinte.
Liguei para todos os números disponíveis de táxis, estava em cima da hora. Ninguém atendia.
Liguei em aflição ao Miguel, cunhado, "Miguel eu não posso perder o comboio".
O seu otimismo despreocupado (como diz o André) acalmou-me logo e com a sua típica voz tranquila disse "Vem cá ter com o carro que eu levo-te lá."
Obrigada Miguel. Obrigada pela tua constante disponibilidade.
Hoje foi noite e madrugada de graças.
A Família vai crescendo e por consequência o espírito de ajuda.
Obrigada.

Belly Kisses!

Hoje a noite tornou-se mais agradável

Um vizinho, já de certa idade, veio bater à porta para dar o seguinte recado:
"Olhe diga ao seu marido, ao Senhor Engenheiro, que o assunto já está resolvido."
Depois destas classificações ainda estranhas ao ouvido e ao mesmo tempo tão apetecíveis de serem registadas, teceu-Lhe uns quantos elogios.
É Ele, o meu Homem. Digno de um valor inabalável.
Hoje, para mim, é Noite de Ação de Graças. Tenho mesmo sorte.
Obrigada.

Belly Kisses.

Seja Quem For...

... a(s) produtora(s) dos filmes de Nicholas Sparks sabem o que andam a fazer.

Todas as românticas incuráveis que leem os livros e que, ainda embebidas nas palavras do autor, vão a correr ver o filme correspondente, são testemunhas da desilusão adjacente. Imaginamos nós que vamos poder sentir finalmente a realidade do que projetamos naquelas descrições, declarações tão honestas.
Pois, Não"Mas, mas... Isto assim sabe-me a pouco" é a expressão que mais ouço em companheiras de cinema.
Lembro-me de ter 15/16 anos e andar a ler "As Palavras que Nunca Te Direi". As últimas páginas li-as em confidência com as paredes do meu quarto. Chorei que nem uma Madalena. Nicholas Sparks parece ter em alguns livros tanto de romântico como de assassino. Então vai-me matar assim um homem tão jeitoso sem dó nem piedade deixando o coração da apaixonada (e o meu, já agora) totalmente despedaçado? Mas, vá, como as páginas anteriores são tão deliciosas nós até o perdoamos.
Em "O Diário da Nossa Paixão", já mais espertinha (ou talvez preguiçosa) a primeira opção foi o filme . E voltei a ver, e a ver, e a ver... Quem me conhece sabe como é, realmente não me farto. Sou uma seca.
Mas... Recuando nas palavras. Quem produz os filmes deste autor conhece bem o terreno que pisa. As produtoras (de certeza que são mulheres) lá pensam "o filme pode não ser tão cativante, mas temos que agarrar audiências". E nós cá para os nossos botões segredamos "Olha, já que o filme não alimenta o coração, que alimente a vista".
E não é que esta infalível técnica funciona? Esta inteligente estratégia convida todo o género de mulheres ao cinema - de todas as faixas etárias ou até as menos lamechas românticas.
Se não, atentem...


Regalo para a vista em "O Diário da Nossa Paixão"


Regalo para a vista em "Um Homem com Sorte" 


Regalo para a vista em "Um Refúgio para a Vida"



Regalo para a vista em "O Sorriso das Estrelas"

Suas produtoras espertinhas... Nós andamos atentas...
Continuem o bom trabalho! Nós apoiamos!

Belly Kisses!
Comecem a quinta-feira com as energias certas! :)

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Se cada um tem o que merece...

... eu fico tão Feliz por merecer a Dulce.

A Dulce é doce.
A Dulce é Mãe, é Amiga, é Família.
A Dulce conserva todas as qualidades.
A Dulce inspira a fé num mundo melhor.
A Dulce é Poderosa em toda a semântica do adjetivo.
A Dulce resolve, é Ela quem governa o real poder do Toque de Midas.

É verdade

Sei que quem tem a sorte de A conhecer consegue prolongar esta lista, é fácil a perceção de que não chega o léxico da língua portuguesa, não chegam os adjetivos disponíveis para que seja possível descrever a Dulce.
Eu gostava que toda a gente tivesse uma Dulce na vida, porque tudo era mais fácil.




Chega rápido Verão!

O Sucesso (resume-se ao) Agora

Nos treinos, para que a postura seja correta, é-nos aconselhado vivamente que o nosso olhar se dirija sempre "um metro à frente".
Este metro tem caráter.
É este metro que na vida nos impõe a postura invicta, que privilegia o sucesso e acomoda o fracasso.
Quanto é que estaremos disponíveis a sacrificar para preencher este requisito?
Há quem sacrifique prazeres momentâneos que o açúcar concede em nome da saúde ou um físico composto.
Há quem sacrifique a Família, os Amigos, embalados na coragem da procura de uma vida mais recheada que o estrangeiro parece prometer.
Eu sacrifico o Tempo, mas não me sacrifico a Mim.
Eu estou onde quero estar e sei o que quero e como quero para Mim.
Dedicação. Motivação. Amor. Três palavras que me ornamentam o quotidiano.
O dia é constituído por pequenas vitórias que nascem quando conseguimos dar significado ao "metro mais à frente", quando se tem um objetivo traçado.

"Eu sinto-me Feliz todos os dias. Não durante todo o dia, mas todos os dias"


Acreditem. Nós somos do tamanho que desejamos ser.
Tudo é uma questão de perspetiva.


Agradeço-te a Ti por estar onde estou Agora.

Belly Kisses!
Bom resto de semana! :)

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Das Despedidas

Os nossos gatinhos já cresceram.
Em contrapartida sinto que nasceram ontem.
Hoje já nos despedimos de um, quinta-feira de outro.
Três gatos, três personalidades completamente diferentes.
Todos nos roubaram o coração com as suas brincadeiras típicas.
Ficam as noites que dormimos abraçados debaixo de mantas fofinhas.
Fica a memória de chegar a casa e vê-los a todos no hall a miar por mimos.

Sushi queremos mais ninhadas Alentejanas!
Levamos-te a uns passeios no Verão. Combinado?

(agora vou só ali chorar que nem uma perdida distribuir beijos e abraços apertados aos pequenos)











sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

O Poder e as Mulheres

É um facto que o soar dos saltos altos de uma Mulher consegue silenciar uma multidão.
A postura que tomamos é magnífica.
Ao longo dos anos nós, Mulheres, vencemos várias batalhas com o intuito de mostrar o nosso infinito valor.
São nossos os direitos: ao voto, podemos ser eleitas para o governo, o nosso salário é igual ou superior ao homem que escolhemos como parceiro etc.. É aqui, nesta última conquista, que se nota uma analogia engraçada:
É certo que ninguém se mede aos palmos, mas também é correta a perceção de que os saltos são sinónimo de postura, de poder. Porque é que nós, Mulheres, de forma a nos conseguirmos exprimir como vencedoras somos "obrigadas" a caminhar sempre em bico de pés?
Para conquistarmos algo, para de certa forma confrontarmos e enfrentarmos os homens não bastou que a nossa vontade se alterasse, a fisionomia veio atrás. Porquê?
Será sempre exigida uma flexibilidade que nos obrigue a esticar sempre a nossa postura de forma análoga ao nosso desejo? Quanto maior for o segundo maior terá que ser a ferocidade com que empinamos o nariz e por consequência a forma dos sapatos?
"Aquela Mulher é tão poderosa que faz o papel de um homem." Não! Meus caros... aquela Mulher é tão poderosa porque faz o papel de uma Mulher. E é este género que me motiva as ambições.
Talvez o soar dos Nossos saltos seja, sim, para calar uma multidão... De homens. Que se vergam às nossas conquistas, às nossas quotidianas batalhas. Que alteram eles a sua fisionomia quando se cruzam connosco, Mulheres. Torcem o pescoço, as costas para seguir o nosso trajeto como Mulheres independentes e capazes de governar o mundo.
Constatação:
"Os homens podem ter descoberto o fogo, mas as Mulheres aprenderam a brincar com ele"

Belly e o Mercedes

Se todos os homens gostam do seu automóvel tenho a certeza que o meu o ama. É uma realidade que para Ele aquele veículo não tem preço, foi a solução para várias questões, estima-o de um modo bastante conservador.
Esta estima toda torna o carro tão precioso que quando lhe pego rezo a todos os santinhos para que corra tudo bem.
Agora chega a parte divertida... Eu, Belly, a conduzir um Mercedes 200D. Nas minhas mãos aquele meio de transporte não é um carro, é um camião! A "batalha" começa mal me sento: ora bem, sendo eu abençoada com 1,61 cm de altura é mais que certo que as minhas ricas perninhas não alcançam os pedais; lá tenho eu que puxar o banco para a frente. Logo uma coreografia matinal: com uma mão puxa a alavanca, com a outra toda torcida para trás forço o banco a avançar, e as pernas ajudam também no bailarico. Logo uma suadeira pegada.
Na estrada: "O caminho faz-se caminhando". Pois bem o meu caminho não é, de todo, indiferente. A frente daquele grandioso carro marca presença. A verdade é que me dão sempre passagem. Suponho que haja uma voz na consciência dos outros condutores do género "Merda, uma menina tão menina com um carro destes nas mãos! Fujam ou deixem-na fugir!". Eu cá agradeço, não é que me importe de não esperar para entrar numa via.
A estacionar: Pois, se na estrada se deixa notar, a estacionar ainda mais. Esta nova coreografia dá uso ao chamado amiguismo. Por outras palavras: os ciganos (acho que tenho alguma ligação eterna entre étnias e carros...) que nos dão indicações sobre como e onde estacionar são uns simpáticos. E baratos! No primeiro estacionamento entreguei uma pequena moeda e com um sorriso desconfiado na cara pedi "não me encrave o carro". Passei as duas horas da aula um pouco com o coração nas mãos "eles vão-me riscar o carro, dei uma merda de um valor e ainda fiz exigências?" Pois bem... Correu tudo tão bem! Cheguei e de facto num raio de 5m não existiam carros. Qual não foi a minha felicidade. E lá veio o senhor, todo contente, pedir um agradecimento por de facto ter executado tão bem o seu papel. Agora... Atenção mais improvável foi a da autoridade. De manhã dois polícias chamaram-me. Acho que estremeci da cabeça aos pés. Só me ocorria na mente "pronto, já está, já fiz asneira, vou levar uma multa e não sei bem porquê". Só que não. O diálogo foi o seguinte:
Polícia: Ò menina venha cá.
Belly: Bom dia senhores guardas.
Polícia: Diga-nos cá como é que a menina se entende com um carro tão grande.
Belly: Ah, sabe, não é meu... É do meu namorado. (Suor a escorrer pela testa)
Polícia: Pois bem, fez um estacionamento em pêras.
Belly: Ah. Obrigada...
Trocaram-se mais umas palavras e, claro, com os nervos saiu-me a estúpida divertida afirmação:
"Tome-me conta do veículo"
Oooiiiii??? Os senhores nem me dignificaram uma resposta.
Mas... a carrinha da polícia esteve sempre ao lado do Mercedes. Pelo sim pelo não, resultou e estas aventuras são de facto uma vitória na minha condução.

Belly Kisses!
Uma boa sexta-feira! :)