Ou porque estava numa posição que pressionava aquela área ou porque respirava de maneira errada ou porque todos os caminhos iam dar àquele desconforto.
Quando a ansiedade deu lugar à satisfação e a tranquilidade ao conforto, o coração lá acalmou, (o meu, o dele sempre esteve tranquilo) mas não pude deixar de pensar... E se a morte nos separasse?
E se nunca mais os nossos olhares se cruzassem? Se nunca mais ouvisse "bem vinda a casa"? Se nunca mais pudesse perder 10 minutos a escolher um filme com Ele para depois ficarmos só os dois, com o silêncio da tv?
E se nunca mais os nossos olhares se cruzassem? Se nunca mais ouvisse "bem vinda a casa"? Se nunca mais pudesse perder 10 minutos a escolher um filme com Ele para depois ficarmos só os dois, com o silêncio da tv?
Até que ponto valerá a pena desperdiçar tempo a pensar no que está errado na outra pessoa em vez de o aproveitar para fazer planos futuros?
E... Até que ponto somos nós a pessoa certa?!
Este sentimento de poder perder alguém de forma inesperada faz-me querer dar e receber duas, três, quatro, infinitas oportunidades.
É um privilégio poder morrer e renascer ao lado Dele vezes sem conta, encontrar a luz em todos os erros cometidos, frases mal construídas.
É um facto, Amo-te.
Belly Kisses :)
Sem comentários:
Enviar um comentário